Estragadões
Posso estar a ser um bocado injusto, mas muitas vezes dou por mim a pensar porque raio os miúdos de hoje em dia destroem tanta coisa. Que crianças estamos nós a educar? Que valor dão eles às coisas que têm? Será que não corremos o risco de estar aqui a criar um bando de mimalhos que não ligam a nada, que têm tudo como garantido e que no futuro se podem vir a dar mal com essa atitude...
Vem isto a propósito do meu mais novo que é um destruidor nato. Mas um verdadeiro destruidor. Acho que se ele fosse um carro seria um daqueles Big Foot que arrasam tudo à sua passagem...
E tudo isto porquê? Porque a minha querida mãezinha decidiu dar ao menino uns carrinhos da minha meninice. Carros com mais de 25 anos, que me acompanharam por dias e dias de brincadeira e me trouxeram incontáveis horas de felicidade.
E tudo isto porquê? Porque a minha querida mãezinha decidiu dar ao menino uns carrinhos da minha meninice. Carros com mais de 25 anos, que me acompanharam por dias e dias de brincadeira e me trouxeram incontáveis horas de felicidade.

Pois bem... esse carro resistiu 25 anos!
Hoje em dia o meu puto de 2 anos já tem um carro telecomandado, oferecido pelo tio
e já o conseguiu estragar!!! Uma roda da frente já tem o apoio partido e, como tal, já não pode ser conduzido!

Dizem que a diferença entre os homens e as crianças é o preço dos seus brinquedos.
Não sei bem se isso será verdade por que na realidade conduzir o carrinho andava a dar-me um gozo do caraças. Ai isso é que andava...
Não sei bem se isso será verdade por que na realidade conduzir o carrinho andava a dar-me um gozo do caraças. Ai isso é que andava...
3 Comments:
pois... eu também já tive experiências dessas... brinquedos que eu preservei e com os quais me fartei de brincar, chegam ás mãos dos meus filhos e... pronto caput!
bom fim de semana!
os meus ficaram mesmo pelas mãos das enteadas, que ao meu filho já não chegaram...
Mas pergunto-me, sem querer com isso estar a ferir ninguém .
A culpa é dos garôtos ou dos pais deles?
Não serão os pais muito permissivos?
Um abraço de uma avó.
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